domingo, 23 de janeiro de 2011

A intimidade do casal de namorados



É comum que um casal de namorados concorde com qualquer conceito que favorece o relacionamento deles. Mas, se algo dificulta usufruir do grande amor que um tem pelo outro, então isso não é bem-vindo, mesmo que venha da Bíblia e de Deus. Os apaixonados são cúmplices, se entendem muito bem e acham que ninguém é capaz de compreender a dimensão do amor que têm.
Alguns casais acham que ter relações sexuais no namoro, é um meio de se conhecerem melhor e provarem o amor mútuo, mesmo que esse seja um argumento simplista demais. Pelo fato de namorarem a alguns meses, acham que “se conhecem muito bem”. Muitos quando começam o namoro, não concordam com isso, mas, como “o amor é cego”, com o tempo esse pensamento cai por terra. Os anticoncepcionais facilitam essa prática.
Quando o casal está de acordo, essa aventura se concretiza facilmente. Porém, o que muitos não sabem é que na hora mais esperada as coisas não acontecem como imaginadas. A falta de experiência, o sentimento de culpa, o medo de serem descobertos e a necessidade de manterem o fato escondido, se torna um tormento e não um prazer. Sem falar na possibilidade de uma gravidez indesejada e possíveis doenças sexualmente transmissíveis. E aí, aquilo que poderia ser um prazer, pode se tornar um terror que poderá permanecer por toda a vida, pois a consciência é a única namorada da qual jamais poderemos nos livrar. Quanto à falta de experiência, ninguém precisa treinar para isso, ela acontece naturalmente no casamento. Os órgãos genitais não se atrofiam e facilmente se ajustam, pois são feitos de músculos.
A chamada “prova de amor” com o sexo antes do casamento, é exatamente falta de amor. A Bíblia diz que “o amor não pratica o mal contra o próximo” (Rm 13.10). E o sexo no namoro é um mal a si e ao próximo, pelas razões já citadas e tantas outras. A desconfiança paira na relação. Se ele e ela não foram capazes de esperar até o casamento, poderão suportar um caso dentro casamento? Se não foram capazes de dizer “não” antes do casamento, qual será a resistência para não dizerem um outro “sim” fora do casamento? Que modelo darão aos filhos ao ensinarem os bons princípios de conduta nessa área? É claro que Deus perdoa esse pecado, mas a cicatriz fica.

A intimidade do casal deve ser no coração, não nos órgãos genitais com carícias e relações sexuais. Um casal de namorados que não desenvolve uma verdadeira amizade, se torna mais vulnerável, mesmo depois do casamento. O calor da paixão na adolescência é pouco consistente como prova para os anos seguintes. Essa é uma fase de mudanças rápidas no corpo e nas emoções. Sabe-se que um adolescente pode se apaixonar em média até cinco vezes antes de completar vinte anos. Cada um deve se guardar para aquela pessoa com a qual se viverá por toda a vida depois do casamento.

Volto a citar os anticoncepcionais, para dizer que eles não fazem bem para uma menina adolescente. Por impedir a ovulação, eles alteram o ciclo menstrual, podendo até provocar esterilidade. Se o uso de pílulas acontecer por muito tempo, a moça poderá ter sua menstruação completamente interrompida, exigindo um complexo tratamento posterior. Em nome do amor paixão, não compensa abusar do próprio corpo com pílulas e práticas sexuais com uma pessoa que você não tem aliança com ela. A satisfação de alguns minutos não podem superar a tortura de dias, meses e anos pela frente. Por mais que se queira negar, é impossível viver em paz no pecado.
As implicações das intimidades físicas no namoro são muito abrangentes. Os pais não concordam e sofrem com elas na vida de seus filhos. Que amor é esse que provoca lágrimas quentes no rosto de uma mãe e de um pai com uma filha que perdeu a virgindade com o namorado, ou com uma gravidez inesperada? Que pai ou mãe se orgulha de ter um filho com fama de garanhão? Quem gostaria de conviver com lembranças indesejadas quando na cama com seu cônjuge e lembrar de outras relações sexuais com uma pessoa que faz parte do passado?

Enquanto escrevo esta página, estou completando 29 anos de namoro com minha esposa. Ela foi minha primeira namorada e eu fui seu primeiro namorado. Éramos adolescentes quando começamos o namoro, sem experiências e muitas instruções, mas Deus nos preservou maravilhosamente com sua graça. Eu tenho dito que não temeria mostrar literalmente o filme de nosso namoro para ninguém. É verdade que tivemos nossos momentos quentes de emoções fortes, mas nada que nos comprometesse à luz dos padrões de Deus revelados em sua Palavra, a Bíblia. O que nos ajudou a ter um namoro positivo, foi o nosso compromisso com Deus e o seu Reino. Sempre fomos envolvidos com a obra do Senhor, líamos a Bíblia e orávamos juntos. Isso certamente fez a diferença.

Estou escrevendo sobre a intimidade dos namorados, mas não posso deixar de mencionar a importância da intimidade dos pais com seus filhos. Não tenho dúvidas em afirmar que muitos namoros indecorosos são reflexos de filhos carentes de afeto e amor por parte de seus pais. Todos nós temos uma espécie de balão emocional. Os pais são os primeiros responsáveis em manter esse balão cheio na vida de seus filhos. Isso acontece na vida comum do lar, com palavras, ações e reações. Quando a criança cresce e chega à adolescência com esse balão vazio, ela se torna presa fácil em uma paquera e pouco se faz necessário para ela se entregar incondicionalmente a alguém, devido o vazio que precisa ser preenchido. Antes de qualquer outra coisa, o jovem quer amizade, afeto, respeito, carinho. Quando ele tem isso, muitas vezes não acontece a intimidade física no namoro. Ela é reservada para o casamento.

A intimidade física no namoro não compensa. O que é feito em nome do amor, tantas vezes acaba com a auto-estima. Muitas moças engordam muito na adolescência com o uso de anticoncepcionais. Isso sem falar em muitos gastos na tentativa de superar as conseqüências de uma decisão sem sabedoria. Ninguém terá uma vida sexual saudável fora do casamento. Deus estabeleceu isso e ninguém será capaz de mudar. Quando tentamos quebrar as leis, na verdade estamos quebrando a nós mesmos.

Acima de tudo, a intimidade do casal deve ser com Deus. A Bíblia diz: “O SENHOR confia os seus segredos aos que o temem, e os leva a conhecer a sua aliança” (Sl 25.14). E mais: “Deleite-se no SENHOR, e ele atenderá aos desejos do seu coração. Entregue o seu caminho ao SENHOR; confie nele, e ele agirá” (Sl 37.4-5). Deus deve ser o centro de um namoro abençoado. Se ele for colocado em primeiro lugar, o casal terá toda a direção, sabedoria e equilíbrio para lidar bem com todas as situações. O prazer da comunhão com Deus nunca pode ser subestimado pelo prazer da intimidade no namoro. Se assim for feito não será Deus que atenderá os desejos do nosso coração, mas nós mesmos satisfazendo os desejos carnais, egoístas e contrários à vontade de Deus, o que só trará tristezas, mesmo que precedidas de efêmeras alegrias. Quem tem intimidade com Deus, tem intimidade certa, na hora certa, com a pessoa certa devidamente. Não devemos nos amoldar ao padrão de namoro deste mundo, mas nos mantermos firmes na Palavra de Deus, renovando a mente com tudo o que for verdadeiro, nobre, correto, puro, amável, de boa fama, e tudo o mais que for excelente e digno de louvor (Rm 12.2; Fp 4.8).

por Antonio Francisco
fonte: sexocristão.com

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

O espírito do Natal


O natal, como já sabemos, é uma data alusiva ao dia do nascimento do menino Jesus e que é apenas simbólica, visto que não há registro histórico preciso sobre esse evento. Os cristãos, especialmente no ocidente, celebram a vinda daquele que é chamado o salvador do mundo. Há muitos cristãos que não vêem com bons olhos a celebração do Natal e o encaram com severas suspeitas. Afirmam que o Natal é uma festa de origem pagã e que por essa razão deve ser deixada ou no mínimo ignorada pelos cristãos. Não tenho aqui a menor intenção de entrar no mérito da polêmica sobre o assunto, por isso a deixaremos aos cuidados dos “apoloproblemistas” (apologistas +problema). Meu desejo é compartilhar com você das experiências que eu tenho vivido com essa data. Acompanhe comigo o relato registrado no evangelho de Lucas no capítulo 2 sobre os eventos sucedidos ao nascimento do messias “lhes disse: Não temais, porque eis aqui vos trago novas de grande alegria, que será para todo o povo:11 Pois, na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor.12 E isto vos será por sinal: Achareis o menino envolto em panos, e deitado numa manjedoura.13 E, no mesmo instante, apareceu com o anjo uma multidão dos exércitos celestiais, louvando a Deus, e dizendo:14 Glória a Deus nas alturas, Paz na terra, boa vontade para com os homens.”
Essas palavras foram dirigidas a um grupo de pastores de ovelhas que ficaram atônitos e admirando diante da revelação do anjo e de suas palavras, mas o que me traz atenção no texto são as palavras do verso 14 que descrevem a visão da multidão de anjos dizendo: “Glória a Deus nas alturas, Paz na terra, boa vontade para com os homens.” Ela expressa verdades profundas e que desejo compartilhar com você. A primeira verdade que reconhecemos no texto é a de que Cristo veio ao mundo com o propósito de trazer a reconciliação entre Deus e o mundo. A paz trazida a terra representa o fim da inimizade que havia entre Deus e os homens por causa do pecado (Leia romanos 5). Deus através de seu filho, por meio do seu sacrifício, reconcilia para si mesmo todas as coisas. O fim da inimizade representa o nosso novo lugar no relacionamento com Deus, somos agora amigos de Deus. Uma segunda verdade, e ultima que desejo aqui considerar, é a de que a vinda do messias representa o favor de Deus para com a humanidade. Na obra da reconciliação é de Deus e não do homem a iniciativa para essa reconciliação. Deus em seu infinito amor aproxima-se de nós na pessoa de seu filho e nos estende a mão. Veja, éramos ainda inimigos dele, quando ele resolve nos estender as suas mãos de amor nos oferecendo o seu perdão e graça. O amor de Deus nos alcançou e passamos a amá-lo por isso. “Hoje nós o amamos porque ele nos amou primeiro”. Acredito plenamente que essas duas verdades tem sido as responsáveis por aquilo que muitos descrevem como o “espírito do natal”. Um sentimento solidário e generoso é perceptível aos corações mais sensíveis nesse período. As pessoas tornam-se mais solidárias e gentis umas com as outras. Demonstram maior simpatia e empatia com seu próximo. Tornam-se mais suscetíveis a reconciliarem-se entre si e a buscarem mais proximidade com suas famílias. A troca de presentes é um símbolo emblemático desse “espírito natalino” que aquece e contagia o coração de muitos. Em nossos dias é possível observar o crescente desvirtuamento e afastamento dos propósitos originais do natal que é o da celebração do nascimento do messias, como figura o presépio natalino. A figura central do menino Jesus tem sido substituída pela imagem do “bom velhinho” em seu trenó mágico. O natal para alguns representa uma oportunidade econômica com o aumento das vendas no comercio. Para outros o natal representa apenas mais um feriado com oportunidade para trocar presentes com a família e com os amigos. Embora muitos ignorem o verdadeiro propósito do natal, é consenso comum entre a maioria das pessoas admitirem a existência de uma atmosfera especial entorno do dia de natal. O que nós cristãos podemos admitir diante da realidade existencial do que muitos descrevem como sendo a presença do espírito do natal? A soberania de Deus! O que motiva as pessoas a serem mais solidárias e gentis no natal? O que as envolve em um sentimento acolhedor que inspira paz? Não seria esse o eco das vozes angelicais na cidade de Davi? “Paz na terra e boa vontade para com os homens!” O natal é um dos maiores estímulos de fé que encontro no mundo. Digo isto pelo simples fato de poder ouvir as verdades que reconheço, (reconciliação e favor) repercutir no coração das pessoas ainda que estas estejam alheias a essas verdades .A atitude solidária das pessoas demonstradas no natal não é nada menos do que o eco das vozes dos anjos a dizer: ““Glória a Deus nas alturas, Paz na terra, boa vontade para com os homens” É a soberania da verdade de Deus em Cristo sendo anunciada aos homens. Me faz crer ainda mais no evangelho, saber que essas vozes ainda podem ser ouvidas por todo o mundo! As trocas de presentes não é nada menos do que pequenos ecos das vozes que anunciaram a vinda do maior presente dado por Deus aos homens, Cristo Jesus! O que alguns podem chamar de “espírito do natal”eu quero chamar de graça proveniênte. Você sente essa graça? Eu sinto e por isso amo o natal. Que você tenha um feliz natal com Jesus!

sábado, 7 de agosto de 2010

A chave






Hoje aprendi algo importante e quero compartilhar com você. O que vou dizer aqui talvez parece obvio de mais para você , no entanto quero insistir com você sobre o assunto. Quero falar sobre chaves. É comum andarmos todos os dias com uma porção de chaves, afinal elas são tão imprescindíveis para a nossa rotina assim como o é o trabalho para o nosso sustento. Como já disse, andamos com uma porção delas.

Elas atendem as mais diversas finalidades, as usamos para ter acesso as nossas residências, aos nossos locais de trabalho, aos nossos veículos e a uma porção de tantas outras coisas. Apesar da serventia específica de cada chave, todas elas trazem uma característica em comum. “Elas são o meio pelo
qual garantimos a segurança e o uso exclusivo de coisas particulares a nós”.

Tudo ainda é bastante obvio, mas ainda quero insistir com você sobre o assunto. Não vemos, o que me parece comum, praças ou terminais de ônibus exigirem chaves para termos acesso a eles, eis a razão do porque chamá-los de domínio público. Temos livre acesso a eles, o que não se aplica aos nossos bens como carros e casas. “Nós usamos chaves para exercitarmos o nosso governo sobre determinadas coisas. “

É bem provável que você já tenha vivido de forma similar a situação que vou descrever. Você um belo dia você resolve sair de casa para ir a um determinado lugar. Após dado período você retorna a sua “velha morada”, mas você percebe algo de errado e logo em seguida exclama: onde estão as minhas chaves!Para algumas pessoas situações desse tipo podem representar um verdadeiro desespero.

Sabe qual é a maior frustração de situações como essas? Talvez não seja a necessidade de uma nova fechadura, mas a de sermos impedidos de nos apropriar de algo que é nosso. Valorizamos o que é nosso, em especial as coisas que nos proporcionam bem estar. Nos afligimos pela incapacidade de não termos o que desejamos devido as nossas limitações seja elas financeiras ou não; e quão maior aflição não seria sermos privados do que é nosso? Chegamos aqui ao ponto culminante de nossa intenção para o texto

Todos precisamos de chaves. Elas podem ser um simples pedaço de metal devidamente fresado ou uma combinação de registros ou até mesmo um conjunto de atitudes ou intenções, dependendo de qual porta desejamos abrir. Se avaliarmos bem, a vida se resume a um “cem números” de chaves e portas.

Desejamos abrir a porta de uma vida financeira estável e prospera, usamos a chave do nosso esforço e dedicação nos estudos ou no trabalho. Desejamos abrir a porta de relacionamentos duradouros, usamos a chave da dedicação e do respeito as pessoas. Desejamos abrir a porta de uma boa saúde, usamos a chave de uma rotina de atividades sadias e de uma alimentação balanceada.


Quero compartilhar algo aqui. “O que determinar o sucesso de uma porta aberta é a escolha da chave certa e não do tamanho e do tipo de porta que escolhemos.”

Falamos até aqui sobre alguns tipos de portas, mas quero voltar a atenção para aquela que é a maior e principal porta de todas, o nosso relacionamento com Deus. Você saberia me responder qual é a chave para o nosso relacionamento com Deus? É bem provável que você já tenha uma resposta retórica para essa pergunta, afinal você já a ouviu nos púlpitos das igrejas por onde você tem passado . Você me responderá: É Jesus!! Continuo óbvio em minha redação não é mesmo? Mesmo assim ainda quero insistir um pouco mais com você.

Jesus não é apenas a chave, ele também é a porta. Ele diz: “Eu sou a porta” ( Jo 10.9). Veja que não a duvidas quanto a isso. A palavra de Deus nos diz que em Cristo está o amém de todas as promessas de Deus para o homem( essa promessa inclui comunhão com ele). Essa mesma palavra diz que nele, Jesus, fomos abençoado com todas as sortes de bênçãos espirituais(sobre tudo a comunhão com Deus). Nele fomos reconciliados com Deus, chamados a adoção de filhos. Nele temos livre acesso ao Pai, diante dessa liberdade o próprio escritor da carta aos hebreus nos convida a termos “ousadia” para entrarmos no santuário de DEUS.

Faça uma pausa de 10 segundos e volte a leitura. 1,2,3...


A cristãos que a pesarem de conhecerem essas verdades trazem dentro de si a frustração de não viverem um relacionamento pessoal com Deus. Elas chegam a pensar que “Deus não é para elas”. Já ouvi o desabafo de pessoas que expressaram o desejo de terem um relacionamento mais pessoal com Deus. Outros em reuniões de oração pedem por suas vidas espirituais( relacionamento com Deus). Não são poucos os crentes que vivem na mendicância de uma relacionamento com Deus. Pensão que Deus é como “ papai Noel” que aparece apenas uma vez ao ano em suas vidas e logo some sem deixar vestígios. Será essa a vontade daquele que “nem ao seu próprio filho poupou, antes o entregou por todos nós”( Rom 8.32)?

Você sabia que toda a forma de relacionamento é estabelecido pela reciprocidade( troca mutua) de afetos e gestos? Isso é o mais básico de todo o relacionamento. Todos precisamos entender uma coisa: Cristo entregou toda a sua vida por amor a nós. Deus entregou o seu único filho por amor a cada um de nós. Ele deu o primeiro passo em direção a nós. A porta e a chave que nos dão acesso a Deus nos foram dadas em Jesus Cristo. mas para que o relacionamento exista é necessário que haja uma resposta equivalente da nossa parte. Assim como Cristo, precisamos nos entregar por completo. Assim como Deus, precisamos entregar a nossa única vida a ele.

Você entendeu? Precisamos de uma entrega total! Precisamos nos apresentar a Deus na forma de uma entrega total a sua vontade! A idéia de pertencer a ele deve reger cada passo nosso. Nosso ser e nossas vontades devem estar em seu altar. Assim como ele nos deu a chave para o acesso a ele, precisamos também dar a ele a chave do nosso coração para ele governar de forma exclusiva e particular os nossos corações. Jesus disse: “Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo." (Apocalipse 3 : 20) . Deus através de seu filho deseja hoje cear( ter comunhão) conosco. Precisamos dar a ele a chave do nosso coração. Você não precisa ficar fora de uma casa que pertence a você por não encontrar em suas mãos a chave para abri-la.